REVIEW: Pokémon Omega Ruby & Alpha Sapphire

Dando o ar da sua graça como os segundos jogos da sexta geração, Pokémon Omega Ruby & Alpha Sapphire são remakes dos jogos da terceira geração, Ruby & Sapphire. Os jogos lançados em 21 de novembro de 2014 trazem consigo várias funcionalidades que foram apresentados em X&Y, como Pokémon Amie e Super Training, e outras marcantes dos jogos da terceira geração, como os Contests e Secret Bases dando um ar de nostalgia a todo o jogo ainda mantendo a modernidade.

Hoenn é, com certeza, uma região bem conhecida pelos jogadores veteranos da saga de monstrinhos, localizada ao sul de Sinnoh no mundo Pokémon e inspirada em uma das quatro ilhas principais japonesas, Kyushu, no mundo real. O nome da região vem de 「豊縁」 hōen, que significa "relações abundantes", como um tema comum nessa região são as relações estabelecidas entre pessoas e Pokémon.


Os jogos trazem um novo conceito sobre os lendários Kyogre e Groudon: a Primal Reversion, uma forma semelhante a mega evolução que leva o Pokémon de volta ao seu estado primitivo. A região foi criada logo após a formação dos lendários onde Primal Groudon levantou massas de terras e Primal Kyogre encheu os mares. A reunião dos dois provocou uma grande batalha pela supremacia que foi sufocada por Mega Rayquaza, levando Primal Groudon e Kyogre para as cavernas onde descansaram até serem despertados anos mais tarde durante o curso dos acontecimentos dos jogos da terceira e sexta geração.

A história dos jogos também é a mesma a dos originais, onde o protagonista se muda para Littleroot Town vindo de Johto, se encontram e competem com seu rival para completar a Pokédex, viaja por toda Hoenn com seu parceiro e inicial dado, pelo Professor Birch após salvá-lo, ocasionalmente encontrando e derrotando a Team Aqua ou Magma que desperta Kyougre ou Groudon, causando em Hoenn uma chuva incrivelmente forte ou uma luz solar intensa. E após derrotar um dos Pokémon do tempo, nosso protagonista segue sua viagem, vencendo a liga e se tornando o campeão.

A trilha sonora é fiel a original e carregam consigo uma sensação nostálgica maravilhosa, é muito bom ouvi-las com uma qualidade de áudio melhor. Comparada a de X&Y, a trilha sonora de OR/AS é muito mais diversificada e, na minha opinião se encaixa muito bem com o decorrer da história.

Os cenários estão maravilhosos e super bem feitos. Mesmo com um tempo tão curto entre OR/AS e X&Y já se pode notar uma boa melhoria gráfica com uma boa diminuição do serrilhado. Os cenários das batalhas estão divinos e com uma riqueza de detalhes espantosa.

As bases secretas foram totalmente atualizadas se tornando super bases secretas e ganhando características que incluem a partilha das bases com outros jogadores e convidar outros para virarem seus, 'secret pals' ou amigos secretos, capturar bandeiras e personalizar sua base como um próprio ginásio do jogador. O jogo apresenta Aarune, um expert em bases secretas, que ensina o jogador sobre as bases secretas e batalha com ele na Secret Base Guild em Fortree City.
Lisia, a contest idol, também é apresentada no jogo junto dos renovados Pokémon Contests, agora chamados de Pokémon Contest Spectaculars: Pokémon são julgados por seus movimentos e aparência para determinar qual deles é o melhor da categoria. Apesar de ser uma fã assídua dos contests, acho que ao invés de ter apenas como jogar com os amigos através do infrared, deveria haver um modo de jogarem online pelo menos com um jogador e o resto preenchido por computadores. Isso pra mim é um contra. 
Ambos são mecanismos espetaculares e requerem uma atenção especial.


A jogabilidade é a mesma de X&Y tendo um acréscimo ao 'andado na ponta dos pés', que serve para não assustar o Pokémon que estiver escondido no gramado para que você possa batalhar com ele, e a melhoria do fly, infelizmente restrito apenas aos megas de Latios e Latias, que permite que você vá para onde quiser, com você mesmo controlando. Acredito que foi a realização de um sonho para muitos fãs.



9.7
 Gráficos: 10
 História: 9.5
 Jogabilidade: 9
 Trilha Sonora: 10
  + Sprites magníficos
  + História fiel com toque moderno

  - Pós-game deixando a desejar
  - Falta de mecanismos online se tratando dos contests
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Sobre Amanda Pinheiro
Artista amadora, pokemaníaca, ghoul, gamer, amante do Japão, fanática por animes, solitária, tímida, chata e tsundere.

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